terça-feira, 26 de abril de 2016

"A parcialidade destrói a Justiça" Göran Lambertz


“A parcialidade destrói a Justiça”
palavras do Juiz da Suprema Corte sueca, Göran Lambertz. 
Convocando Zeus, Hera e Palas Atenas - Juízes. 
Precisam dar orientação aos incautos Senadores 
sobre o que é julgamento jurídico; crime de responsabilidade
  dentro dos princípios éticos, da moral cívica.

A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, pode ser julgada como pessoa com grandes dificuldades em governar (independente de o Congresso dificultá-la a cada momento), e mesmo, ser julgada por erros administrativos. Jamais, o que quer que tenha feito, pode ser configurado como dolo, crime, perante a Constituição/Art. 85.
O próximo passo, agora; discutir a legalidade do crime processual em curso seguido da votação no Senado. Sendo necessários 41 Senadores, maioria simples de 81, para que Dilma seja afastada por 180 dias do cargo que exerce para que o julgamento seja instaurado. Dilma poderá fazer sua defesa. Acontecendo afastamento a nova votação é presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal. Numa segunda votação necessária 2/3 dos Senadores para que o Impedimento seja decidido.
Importante dizer que a Comissão instalada terá que analisar as provas e denúncias do crime e elaborar a denúncia – a chamada “denuncia”. Caso seja aceita é que haverá o julgamento com data previamente marcada.
O voto será aberto em plenário.
É de se esperar princípios éticos de Senadores ao analisar imparcialmente, cuidadosamente, qualquer indício de crime no processo de Impedimento da Presidenta Dilma Rousseff. Votar com base e conhecimento jurídico e não com postura política ao dar o parecer final. Confio na dignidade da pessoa humana. Vale o que está na Lei. A interpretação não pode estar sujeita a interesses meramente políticos. Esperança em homens e mulheres, honrados/as em respeito e dignidade perante a Constituição. Posturas do Parlamento que ficarão lavradas nos anais da História.
Zeus, afresco 1532 - Palazzo Mântua Itália.

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