terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Reflexões – pensando na humanidade.


Reflexões – manhã chuvosa, 27 de fevereiro.
Ninguém pode ser esquecido, ignorado. Façamos tudo por um mundo humano, fraterno, solidário, poético, musical. Amoroso para com todos.
Penso no Brasil, nas pessoas dormindo nas ruas como as que eu presenciei, ontem, nas Avenidas do centro do Rio de Janeiro. Penso na Síria, Sudão do Sul e Congo. Quanta barbárie e miséria! Não sei viver alienadamente. Em minha interioridade tem lugar pros despossuídos; nada posso fazer. Sinto-me sofrida no silêncio; o outro sou eu, também.
O mundo precisa é de despojamento, simplicidade e compaixão. Deixar de lado as vaidades, ganâncias de poderes vãos e/ou dinheiro no colchão da mesquinhez - “Uns com tanto e outros com tão pouco!”. Saber viver com o essencial, básico, é a alegria da Vida!
A vida passa rápido. A juventude se escoa em velocidade. Nada fica. Tudo é impermanência. Só a partilha afetuosa oferece felicidade. Nas relações interpessoais se não houver admiração e amorosidade tudo se desfaz, se esvazia no nada. O que nos toca no mundo é o que nos afeta, e só nos encanta o que amamos.
Sendo egoístas só desejamos o que é restrito ao nosso círculo pessoal, familiar e amizades selecionadas. Quando temos consciência mais apurada e elevada da grandeza que é estar no mundo, somos alteridade; pensamos e desejamos o melhor em nosso entorno, e, para com toda a humanidade.
Sejamos inconformados com o abandono dos despossuídos, marginalizados, esquecidos de pão, água, alimento, casa, agasalho e educação digna. Indignação diante dos injustiçados socialmente; dos escravizados numa sociedade arrogante e cega de reais valores humanos. Indignação e distância para com a sociedade do descaso, frieza e indiferença. Sejamos Humanos.
Gente consciente, afetuosa, fraterna e inteligente, 
uni-vos!

                                                        Pobreza extrema
Penso no Papa Francisco, despojado das insígnias das realezas medievais! Todo misericórdia e humanidade como foi o Nazareno, Jesus, o doce e amoroso carpinteiro.
JESUS, Aquele que não morreu por causa  de nossas falhas, erros e desacertos, mas  pregado na cruz, sim, por ordem do medo, ignorância, cegueira e crueldade dos Senhores empastelados, das elites endinheiradas, do seu tempo. 
postagem  - martha pires ferreira, 27/02/2018.
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