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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Reflexões no face book

Postagens que coloquei no Face book estes dias
Importante na VIDA não é questão de LER ou o que se lê e sim de PENSAR, de SENTIR, de AMAR.
E AMAR é desejar e fazer o BEM, incondicionalmente é fim absoluto em si mesmo.
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Reflexões - Lendo sobre o Antigo Oriente Médio.
Túmulo real de Ur, meados do 3º milênio a. C. – Museu de Bagdá (? - estava lá no Musseu) - Carneiro e Árvore da Vida.
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Para que me ocupar com Face book? Obter informações? Passar ideias e valores? Transmitir afetos, pensamentos ou brincar um pouco? Arte e cultura? Opiniões sociais e políticas? Contestar sobre injustiças sociais e políticas públicas? Reencontrar amizades? Fazer outras? Acordei me questionando no tempo. A preciosidade do Tempo.
Desafetos públicos e grosseiros nos levam a quê? Abri algum horizonte? Protestar com ódio é instrumento eficaz a nos enriquecer diante da verdade? E o que é a Verdade, a Justiça, a Dignidade pessoal? Observações vagas nada servem. Prefiro o Silêncio, a beleza do Silêncio com letra maiúscula.
Possuo uma rica biblioteca que iniciei aos meus 13 anos. Nela faço viagens. Por alguns dias me vi mergulhada em leituras e iconografias sobre a alta Idade Média e sua fatal decadência. Lá atrás, bem antes da Renascença e do Feudalismo do séc. XVIII. Nada mudou muito das frivolidades, injustiças sociais, ganância e desamor daquelas épocas em paralelo com a alta burguesia, de hoje, tecendo só banalidades; drogas, sexo sem doçura, voos de avião, celulares e jantares. Meio eremita que sou, mergulhei no doce e rebelde Jesus de Nazaré e minhas intuições sobre o Absoluto, o eterno.
Parei respirando com pausa, e, caminhando ao Sol, retornei ao relativo, ao chão dos mortais, a Terra Mãe Natureza. Prossegui, e, retomei os gregos com Heráclito, Sócrates e Platão. Recuei novamente. Andei pra trás na história para, novamente, caminhar pela Mesopotâmia – os babilônios, grandes observadores do Firmamento, ciclo anual dos astros, inicialmente, se ocuparam das observações dos fenômenos meteorológicos e atmosféricos.
Assim estou, cansada das balelas do mundo atual, e, porque o poeta Manuel Bandeira não me levou com ele para Pasárgada... rrss.
A Vida é Bela e majestosa! Vivemos no Cosmo.

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