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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Astrologia - Plutão em voga


















   Gian Lorenzo Bernini - Museu Borghese -Rapto de Prosérpina
       O planeta PLUTÃO percorre o signo de Capricórnio - 13º 11’ / encontrei uma entrevista feita comigo, pelo jornal O Globo, em 8 de fevereiro de 1992 (e que me impôs certo silêncio). Parte da entrevista.
       Um recado dos céus para a Terra
Plutão (movimento celeste / sua transladação 248 anos), que segundo Martha indica morte e ressurreição, vai transitar sobre o Sol ( no signo de Escorpião) no final de 1992 e no dia que se comemora a Proclamação da República (15 de novembro). O país não será mais o mesmo. As riquezas e economias brasileiras estão em jogo. Será preciso defendê-las com unhas e dentes.
Uma história marcada pelos astros 

Nos 2165 anos da era de Peixes, a que vivemos, houve 12 grandes conjunções planetárias, segundo a astróloga Martha Pires Ferreira. Quando os planetas se aproximam no céu, ocorrem mudanças muito fortes na humanidade. Exemplos são o Descobrimento da América e a Revolução Francesa. Uma delas começou em 1989 e deverá trazer transformações radicais para o mundo. A astróloga descreve as ocorridas e as que virão:

Em 1806 ocorre a invasão da Europa por Napoleão. A desorganização política e social é intensa. Há uma conjunção de Urano e Netuno. Em 1848 é lançado o Manifesto Comunista por Marx e Engels. Nas Américas, muitos países conquistam a independência entre 1811 e 1829. O auge das tensões acontece em 1850, com os planetas em Áries e Touro.






Uma forte crise religiosa, política e social abala o império de Júlio César, no ano de 57 a.C.. O nascimento de Cristo representa a tensão de um povo que necessitava de um líder. Em 443 d.C. o império romano desmorona com a invasão dos bárbaros. Os planetas também estavam bem próximos nestas duas épocas.

Em 1941 ocorre uma importante conjunção entre os signos de Áries e Touro, que simbolizam fogo e terra, respectivamente, uma combinação explosiva, segundo a astróloga. A geografia política sofre grandes transformações em todo o mundo. Suas conseqüências são bem conhecidas: estamos em plena Segunda Guerra Mundial.



Em 1305 as grandes pestes assolam o mundo e dizimam a população da Europa. Ocorre a cisão da Igreja Católica Apostólica Romana. No céu, havia uma fortíssima conjunção planetária. Por volta de 1420 ocorreu outra grande conjunção de planetas. Nessa época estourou a Guerra dos 100 anos, entre a França e a Inglaterra.

As tensões em 1989 são enormes. Nove entre dez astros formam uma das conjunções mais fortes dos últimos dois mil anos. O muro de Berlim cai por terra e os blocos políticos se dissolvem. Netuno, Urano e Saturno estão muito próximos. Uma conjunção parecida também se deu na independência do Brasil.



Por volta de 1500 os planetas estão em expansão. Nessa época as caravelas navegam pelos oceanos em busca de riquezas e a América é descoberta. Os planetas Plutão e Netuno formam uma sextilha (ângulo de 60 graus), fato que ocorre a cada 500 anos. Várias culturas são destruídas, como a dos Maias, Incas e Astecas, e ocorrem grandes genocídios no Novo Mundo.

Urano se aproximará ao máximo de Netuno em 16 de abril de 1992 e ultrapassará esse planeta em 3 de fevereiro de 1993. Uma conjunção planetária desta natureza aconteceu pela última vez há 4 mil anos, na época da Babilônia e da civilização egípcia. Todas as ilusões do mundo serão derrubadas e não haverá nada na humanidade que não seja abalado. A natureza se vingará do homem.



  PLUTÃO, senhor das profundezas das Terra com PERSÉFONA, no HADES - 
  A Mitologia e a Astrologia são saberes repletos de significado simbólico que a racionalidade ocidental sufocou, mas que emergem com vigoroso interesse cultural.

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