quarta-feira, 13 de maio de 2026

LIVROS preciosos, cultura geral _ 8, sinopse

 
Capa de 8 livros __ entre os muitos que me envolvem __ Converso sobre estes amigos, papel-essência!

            Estes 8 livros mencionados, cada um deles, é vida na minha biblioteca; alimentaram intelectual e afetivamente quem sou. Tantos outros me enriqueceram. A leitura com a reflexão diária sempre foi minha tônica.  

Os livros aqui citados, imagem em bloco, em sua maioria pode ser lido em plena atenção, cada um, num dia _ 50 páginas, no máximo __ Evangelhos, O Manifesto Comunista, Insubmissão, Discurso da Servidão Voluntária, A Desobediência Civil e O Segredo da Flor de Ouro.  Os outros dois _ O Meio Divino de Teilhard de Chardin e Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdam, 150 páginas cada um.

Acrescento mais obras fundamentais em minha vida: Na liberdade da solidão de Thomas Merton, nos meus 22 anos/112 págs., Castelo Interior ou Moradas de Teresa d’Ávila, aos 25 anos/206 págs., Obras Espirituais de São João da Cruz, aos 26 anos/visão geral, Introdução ao Zen Budismo, de Suzuki, aos 27 anos, este livro revolucionou todo o meu saber cristão, voltei-me para a cultura do Oriente, decididamente.  O Tao, poesia chinesa e o I Ching. Romances, poesia, filosofia do Ocidente, sempre li desde muito jovem. Depois de 1966, aos 27 anos, junto com a cultura oriental, mergulhei nas Artes visuais, Astrologia e geopolítica/história universal. As obras de C. G. Jung e Nise da Silveira passaram a ter forte influência no meu processo interior, individuação. Li Bhagavad Gita, canto da imortalidade, quando já estava com 34 anos/175 págs.

Lamento, conheço pouco sobre os povos indígenas, Brasil e outras culturas. Ler é liberdade, é prazer! // Atenção _ aqui pesquisa/cópia, internet Wikipédia e acrescimos meus – Oito livros de minha estante, capa/citados __ muito para ser lido.  

O Evangelho de São Mateus narra a vida de Jesus Cristo — do nascimento à ressurreição — focando em sua linhagem judaica. (...) Escrito para uma comunidade judeu-cristã, destaca Jesus como o novo Moisés (...) centralizando os ensinamentos no Reino dos Céus e na justiça de Deus. Menciona Maria Madalena e outra Maria testemunhas da ressurreição_ “Não tenham medo!”.

O Evangelho de São João é um dos quatro evangelhos canônicos (...). foi escrito pelo apóstolo João, um dos discípulos de Jesus. O livro destaca quem é Jesus: o Filho de Deus e o Salvador do mundo. João narra milagres, ensinamentos e a morte e ressurreição de Jesus. (...) O livro fala do amor de Deus e como Jesus veio para salvar e transformar a vida das pessoas. (...) Jesus é o Filho de Deus e o Salvador do mundo, para as pessoas crerem Nele e receberem a vida eterna. (...) Também relata a morte e ressurreição de Jesus, que são o ponto central da fé cristã. ___ E eu, Martha, afirmo, por fé absoluta, com João ao dizer que Jesus ao ressuscitar apareceu para Maria Madalena, a grande apóstola. Verdade sem dúvida que a intuição afirma. São João é o meu dileto evangelista.

O Manifesto Comunista, originalmente denominado Manifesto do Partido comunista (em alemão: Manifest der Kommunistischen Partei), publicado pela primeira vez em 21 de fevereiro de 1848, é historicamente um dos tratados políticos de maior influência mundial. Comissionado pela Liga dos Comunistas e escrito pelos teóricos fundadores do socialismo científico Karl Marx e Friedrich Engels, expressa o programa e propósitos da Liga.

O Manifesto comunista foi escrito no meio do grande processo de lutas urbanas das Revoluções de 1848, chamadas também de Primavera dos Povos, um processo revolucionário de quase um ano que atingiu os principais países Europeus e é uma análise da Revolução Industrial contemporânea a ela.

Ler o manifesto é entender a importância dos direitos sociais, inclusão humana com solidariedade incondicional. Um mundo digno, fraterno, cada um vivendo segundo suas possibilidades.

A insubmissão em Liev Tolstói reflete sua filosofia anarquista cristã e pacifismo radical, defendendo a recusa individual à violência do Estado, exército e instituições. Em obras como A Insubmissão e Outros Escritos, Tolstói propõe a não-violência e o aprimoramento moral, rejeitando obedecer a leis e governos que considera imorais. Tolstói, nasceu nobre, voluntariamente se  fez um despojado radical.

O Elogio da Loucura, é um ensaio escrito por Erasmo de Roterdão, publicado em 1511. O Elogio da Loucura é considerado um dos mais influentes livros da civilização ocidental. (...) O livro começa com um aspecto satírico para depois tomar um aspecto mais sombrio. (...) a loucura aprecia a autodepreciação, e passa então a uma apreciação satírica dos abusos supersticiosos da doutrina católica. O ensaio termina com um testamento claro e por vezes emocionante dos ideais cristãos. Erasmo um educador humanista e libertário da Renascença.

O Meio Divino _ Este livro de Teilhard de Chardin contém sua grande intuição mística: é testemunho de sua força visionária e do poder 'integrador' de sua esperança. Quanto mais o homem for evoluído, depurado, mais a humanidade será unida, consciente e mestra de sua força; igualmente, quanto mais a criação for bela, mais perfeita será a adoração, mais o Cristo encontrará, para as extensões místicas, um corpo digno de ressurreição. Chardin visa o ser humano como eixo, flecha, para a evolução, unidade cósmica.

Discurso da Servidão Voluntária (em francês, Discours de la servitude volontaire) é uma obra de Étienne de La Boétie (1530-1563). Publicada após a morte do autor, primeiro em latim e em fragmentos (1574), e depois integralmente, em francês (1576). O texto, uma breve denúncia da tirania, surpreende pela sua erudição e profundidade, sobretudo tendo-se em conta a pouca idade do seu autor. (...) A originalidade da tese de La Boétie é que, contrariamente ao que muitos pensam, a servidão não é imposta pela força, mas é aceita voluntariamente.  (...) Nas palavras de La Boétie, "Soyez donc résolus à ne plus servir et vous serez libres" ("Sede portanto resolutos a não mais servir e sereis livres"). O ser humano precisa trabalhar, o sistema o aprisiona, o submete à escravidão voluntariamente. Como resistir à tirania serviçal.

"A Desobediência Civil" (1849), de Henry David Thoreau, defende que indivíduos devem seguir sua própria consciência acima das leis governamentais. Motivado pela recusa em pagar impostos que financiavam a escravidão e a guerra contra o México, Thoreau argumenta que cidadãos têm o dever moral de resistir pacificamente a governos injustos, tornando-se "máquinas" do Estado. Insubmisso às exigências injustas do governo. Ativista pacifista.

O Segredo da Flor de Ouro é um livro taoísta chinês sobre meditação neidan (alquimia interior), que também mistura ensinos budistas com alguns pensamentos confucianos. Ele foi confeccionado por meio da escrita de espíritos (fuji), através de dois grupos, em 1688 e 1692. Foi imensamente popular na dinastia Qing e reformulado como um texto do Quanzhen, porém sua origem é a tradição Jingming. Após a divulgação da tradução por Richard Wilhelm com comentário de Carl Gustav Jung, foi popularizado modernamente entre os ocidentais como um "clássico religioso" chinês e é lido em círculos psicológicos por considerações da psicologia analítica e transpessoal sobre as meditações do taoismo. Esta obra é um convite ao voo com espiritualidade, liberdade interior.

Tudo aqui/sinopse/ meio cópia. Para agilizar meu tempo retirei do oráculo internet _  com acréscimos pessoais.  Compreendam, fiz cortes, impossível citar créditos – ver internet.

Maio, mês de Maria/2026 _ Martha Pires Ferreira

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