
Capa de 8 livros __ entre os muitos que me envolvem __ Converso sobre estes amigos, papel-essência!
Estes 8
livros mencionados, cada um deles, é vida na minha biblioteca; alimentaram
intelectual e afetivamente quem sou. Tantos outros me enriqueceram. A leitura
com a reflexão diária sempre foi minha tônica.
Os livros aqui citados, imagem em bloco, em sua maioria
pode ser lido em plena atenção, cada um, num dia _ 50 páginas, no máximo __
Evangelhos, O Manifesto Comunista, Insubmissão, Discurso da Servidão
Voluntária, A Desobediência Civil e O Segredo da Flor de Ouro. Os outros dois _ O Meio Divino de Teilhard de
Chardin e Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdam, 150 páginas cada um.
Acrescento mais obras fundamentais em minha vida: Na
liberdade da solidão de Thomas Merton, nos meus 22 anos/112 págs., Castelo Interior
ou Moradas de Teresa d’Ávila, aos 25 anos/206 págs., Obras Espirituais de São
João da Cruz, aos 26 anos/visão geral, Introdução ao Zen Budismo, de Suzuki, aos
27 anos, este livro revolucionou todo o meu saber cristão, voltei-me para a
cultura do Oriente, decididamente. O Tao,
poesia chinesa e o I Ching. Romances, poesia, filosofia do Ocidente, sempre li desde
muito jovem. Depois de 1966, aos 27 anos, junto com a cultura oriental, mergulhei
nas Artes visuais, Astrologia e geopolítica/história universal. As obras de C.
G. Jung e Nise da Silveira passaram a ter forte influência no meu processo interior,
individuação. Li Bhagavad Gita, canto da imortalidade, quando já estava com 34
anos/175 págs.
Lamento, conheço pouco sobre os povos indígenas, Brasil e outras culturas. Ler é liberdade, é prazer! // Atenção _ aqui pesquisa/cópia, internet Wikipédia e acrescimos meus – Oito livros de minha estante, capa/citados __ muito para ser lido.
O
Evangelho de São Mateus
narra a vida de Jesus Cristo — do nascimento à ressurreição — focando em sua
linhagem judaica. (...) Escrito para uma comunidade judeu-cristã, destaca Jesus
como o novo Moisés (...) centralizando os ensinamentos no Reino dos Céus e na
justiça de Deus. Menciona Maria Madalena e outra Maria testemunhas da ressurreição_
“Não tenham medo!”.
O
Evangelho de São João
é um dos quatro evangelhos canônicos (...). foi escrito pelo apóstolo João, um
dos discípulos de Jesus. O livro destaca quem é Jesus: o Filho de Deus e o
Salvador do mundo. João narra milagres, ensinamentos e a morte e ressurreição
de Jesus. (...) O livro fala do amor de Deus e como Jesus veio para salvar e
transformar a vida das pessoas. (...) Jesus é o Filho de Deus e o Salvador do
mundo, para as pessoas crerem Nele e receberem a vida eterna. (...) Também
relata a morte e ressurreição de Jesus, que são o ponto central da fé cristã. ___
E eu, Martha, afirmo, por fé absoluta, com João ao dizer que Jesus ao
ressuscitar apareceu para Maria Madalena, a grande apóstola. Verdade sem dúvida
que a intuição afirma. São João é o meu dileto evangelista.
O
Manifesto Comunista,
originalmente denominado Manifesto do Partido comunista (em alemão: Manifest
der Kommunistischen Partei), publicado pela primeira vez em 21 de fevereiro de
1848, é historicamente um dos tratados políticos de maior influência mundial.
Comissionado pela Liga dos Comunistas e escrito pelos teóricos fundadores do
socialismo científico Karl Marx e Friedrich Engels, expressa o programa e
propósitos da Liga.
O Manifesto
comunista foi escrito no meio do grande processo de lutas urbanas das
Revoluções de 1848, chamadas também de Primavera dos Povos, um processo
revolucionário de quase um ano que atingiu os principais países Europeus e é
uma análise da Revolução Industrial contemporânea a ela.
Ler o
manifesto é entender a importância dos direitos sociais, inclusão humana com
solidariedade incondicional. Um mundo digno, fraterno, cada um vivendo segundo suas
possibilidades.
A
insubmissão em Liev
Tolstói reflete sua filosofia anarquista cristã e pacifismo radical, defendendo
a recusa individual à violência do Estado, exército e instituições. Em obras
como A Insubmissão e Outros Escritos, Tolstói propõe a não-violência e o
aprimoramento moral, rejeitando obedecer a leis e governos que considera
imorais. Tolstói, nasceu nobre, voluntariamente se fez um despojado radical.
O Elogio
da Loucura, é um
ensaio escrito por Erasmo de Roterdão, publicado em 1511. O Elogio da Loucura é
considerado um dos mais influentes livros da civilização ocidental. (...) O
livro começa com um aspecto satírico para depois tomar um aspecto mais sombrio.
(...) a loucura aprecia a autodepreciação, e passa então a uma apreciação
satírica dos abusos supersticiosos da doutrina católica. O ensaio termina com
um testamento claro e por vezes emocionante dos ideais cristãos. Erasmo um
educador humanista e libertário da Renascença.
O Meio
Divino _ Este livro
de Teilhard de Chardin contém sua grande intuição mística: é testemunho de sua
força visionária e do poder 'integrador' de sua esperança. Quanto mais o homem
for evoluído, depurado, mais a humanidade será unida, consciente e mestra de
sua força; igualmente, quanto mais a criação for bela, mais perfeita será a
adoração, mais o Cristo encontrará, para as extensões místicas, um corpo digno
de ressurreição. Chardin visa o ser humano como eixo, flecha, para a evolução,
unidade cósmica.
Discurso
da Servidão Voluntária
(em francês, Discours de la servitude volontaire) é uma obra de Étienne de La
Boétie (1530-1563). Publicada após a morte do autor, primeiro em latim e em
fragmentos (1574), e depois integralmente, em francês (1576). O texto, uma
breve denúncia da tirania, surpreende pela sua erudição e profundidade,
sobretudo tendo-se em conta a pouca idade do seu autor. (...) A originalidade
da tese de La Boétie é que, contrariamente ao que muitos pensam, a servidão não
é imposta pela força, mas é aceita voluntariamente. (...) Nas palavras de La Boétie, "Soyez
donc résolus à ne plus servir et vous serez libres" ("Sede portanto
resolutos a não mais servir e sereis livres"). O ser humano precisa
trabalhar, o sistema o aprisiona, o submete à escravidão voluntariamente. Como
resistir à tirania serviçal.
"A
Desobediência Civil" (1849), de Henry David Thoreau, defende que indivíduos devem seguir sua
própria consciência acima das leis governamentais. Motivado pela recusa em
pagar impostos que financiavam a escravidão e a guerra contra o México, Thoreau
argumenta que cidadãos têm o dever moral de resistir pacificamente a governos
injustos, tornando-se "máquinas" do Estado. Insubmisso às exigências
injustas do governo. Ativista pacifista.
O Segredo
da Flor de Ouro é um
livro taoísta chinês sobre meditação neidan (alquimia interior), que também
mistura ensinos budistas com alguns pensamentos confucianos. Ele foi
confeccionado por meio da escrita de espíritos (fuji), através de dois grupos,
em 1688 e 1692. Foi imensamente popular na dinastia Qing e reformulado como um
texto do Quanzhen, porém sua origem é a tradição Jingming. Após a divulgação da
tradução por Richard Wilhelm com comentário de Carl Gustav Jung, foi
popularizado modernamente entre os ocidentais como um "clássico
religioso" chinês e é lido em círculos psicológicos por considerações da
psicologia analítica e transpessoal sobre as meditações do taoismo. Esta obra é
um convite ao voo com espiritualidade, liberdade interior.
Tudo aqui/sinopse/ meio cópia. Para agilizar meu tempo retirei do oráculo internet _ com acréscimos pessoais. Compreendam, fiz cortes, impossível citar créditos – ver internet.
Maio, mês de Maria/2026 _ Martha Pires Ferreira
************************************
Nenhum comentário:
Postar um comentário