Lá longe, aqui, apreendo
Não sou poeta palpável, acessível, envolvida
à bela matéria, a engendrar novos valores,
convite ao gesto, olhar e fazeres concretos.
Sim, ébria diante da natureza verdejante,
potência criadora a cada dia vivido ou não
_ o Sol entre folhagem, rosto de criança,
sorriso dos verdadeiros, sem disfarces, sim!
Acompanhar a Lua vagando sem nada pedir,
nem indagando por que tudo é como é
_ perpassa solitária entre estrelas iludindo
sonhadores amantes distraídos em beijos.
Vida! Frutos no pomar _ mangueira frondosa.
_ A luz solar entre folhagem; meu rosto marcado
por dores esquecidas e encantamento reanimado.
Não sou poeta palpável, acessível, envolvida
à bela matéria, a engendrar novos valores,
convite ao gesto, olhar e fazeres concretos.
Sim, ébria diante da natureza verdejante,
potência criadora a cada dia vivido ou não
_ o Sol entre folhagem, rosto de criança,
sorriso dos verdadeiros, sem disfarces, sim!
Acompanhar a Lua vagando sem nada pedir,
nem indagando por que tudo é como é
_ perpassa solitária entre estrelas iludindo
sonhadores amantes distraídos em beijos.
Vida! Frutos no pomar _ mangueira frondosa.
_ A luz solar entre folhagem; meu rosto marcado
por dores esquecidas e encantamento reanimado.
Beleza
vivida, prazer estando aqui, apreendo!
__ MEUS CAMINHOS SÃO DIVERSIFICADOS _ ORA O DESENHO, ORA OS ASTROS, ORA A POESIA, ORA O CAMINHAR AO SOL, ORA ESTAR COM AMIGOS/AMIGAS, ORA A MÚSICA, ORA A SOLIDÃO ESCOLHIDA, ORA O VAZIO DE MIM, ORA O ABSOLUTO.
Martha Pires Ferreira
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