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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Alan Watts, saudades!


Retomo leituras necessária, aprofundamento.
   Nos anos cincoenta e sessenta do século que acabou de passar, um Guru/Mestre maravilhoso era ALAN WATTS, abrindo as portas para o espírito do Oriente. Tão importante para minha geração quanto foi D. T. Suzuki (Introdução ao Zen - Budismo) e Aldous Huxley (As portas da percepção ou El fin y los medios - este último livro importante para outro incrível homem/sábio, o monge beneditino/cisterciense, Thomas Merton, que mergulhou na sabedoria oriental e em Suzuki). 
     Homens profundos contribuíram para a minha história de vida. Muitos como o divino Jesus de Nazaré, João da Cruz, M. Eckhart, Erasmo, T. Chardin, C. G. Jung, e... me apontaram o caminho essencial que liga/converge o relativo ao absoluto. Volto-me a Watts, neste semestre de semi recolhimento. 
   
Estes homens me ensinaram a viver com simplicidade a vida ativa - mínimo de tecnologia, próxima à natureza, despojamento, meditação e silêncio interior. 

 este texto, 1975.
Alan Watts:
 "Em nada, não há nada que temer". 
Foi um homem do NADA, por excelência.

Esta pequenina obra é uma joia escrita por um brasileiro, J. C. Ismael. Homem profundo, de vida pública, que amava a vida interior. Escreveu breve biografia de Thomas Merton e sobre místicos cristãos.
Nota: Alan Watts nasceu no mesmo mês e ano de Thomas Merton - os dois viveram intensamente como escritores e mergulhados na vida interior, altamente espiritualizada.

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