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sábado, 14 de março de 2015

Bondes e Erasmo de Roterdã


Nosso saudoso 10 e Seu Nelson.
No bonde com Paschoal Carlos Magno.

      ...enquanto isso...enquanto seu lobo não vem... fico bem distante da imbecilidade da “pseudo elite” social, rural e/ou cultural com suas plumas sintéticas envernizadas....penso nos bondinhos amarelinhos cheios de pernas, de poesia e encantamento.
     Li muito, muito, no leve balanço dos bondes, do Lagoinha, quase Silvestre, até ao Tabuleiro da Baiana, Largo da Carioca.
 Artistas visuais, 1997.

      Foi no bondinho, ainda bem jovem, que li a obra fundamental e atualíssima do maior humanista do séc. XVI que foi Erasmo de Roterdã, 
ELOGIO DA LOUCURA
Um dos meus grandes amores. Ele dizia:
“O MUNDO INTEIRO É UMA PÁTRIA COMUM” (Querela Pacis). Li várias obras de Erasmo, suas máximas e sobre ele. De Stefan Zweig - Triunfo y tragédia de Erasmo de Rotterdam - Editorial Juventud, Barcelona, 1935.
 Pintura de Holbein
 Charge França.
Esqueceram dos grandes humanistas. 

 Aprendi com os orientais >   A vida é revelação contínua,
                               impertinência, surpresa.  

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