Hoje, 31 de janeiro, dia de comemorações em memória de Thomas Merton, monge beneditino, contemplativo, humanista com larga consciência social, nasceu em Prades, em de 1915, sob o signo de Aquarius, no sul da França e viveu nos EUA. Morreu em Bancoc em 1968 para onde foi em viagem pregar um retiro, fazer conferências e aprofundar-se na espiritualidade do Oriente.
Thomas Merton não foi um observador passivo dos horrores do mundo sendo um monge contemplativo (não ação - Wu Wei). Nos últimos anos de sua vida se revelou um homem consciente e humanista ativista (ação - Wei). Ele deixou sua marca de indignação para com as injustiças sociais, a consciência do bem comum, colaborar por um mundo mais humanizado material e espiritualmente. Não viveu distante em deleite espiritual, em sua ermida. Teve voz ativa, e, até hoje, não se absorveu seu legado com sua última conferência no dia de sua morte (inexplicável) em Bancoc (Diário da Ásia).
Aos 22 anos, em 1961, Merton me apareceu de repente, sua obra, na Livraria Vozes _ Na Liberdade da Solidão (comigo ainda).
Merton sempre teve grandes encontros, amizades paralelas a sua vida contemplativa, isolado num Mosteiro.Merton com um monge, sua visita à uma ernida e com o Rimpoche Chatral, Índia/Ásia. Com Suzuki/do Japão, filosofia Zen em NY __ com Dalai Lama, budismo/ do Tibet __ com Vilayat Inayat Khan, Londres, prof. sufi/na Índia e com Thish Nhat Hanh, monge Zen - do Vietnã (Merton dialogava com diferentes correntes religiosas e muitos intelectuais leigos. Amizades com homens e mulheres) _ Thomas Merton foi um Homem Universal – conhecia profundamente as culturas do Ocidente e Oriente... Viveu Jesus Cristo, em sua radicalidade exemplar, um ébrio do Deus/Desconhecido.
Paz e Bem Social e Espiritual, Martha Pires Ferreira
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