Desenhar é ato de Liberdade __ enquanto esperava ser atendida na EAV Parque Lage, num caderninho, com minha canetinha de nanquim me divertia, 2011 // E as poesias são travessuras recentes
Imanência
Bondade
infinita revela
silêncio na alma.
Sol, acompanha luz interior!
As
árvores frondosas acolhem
em meu entorno,
pássaros voam em círculo e
a criança pequenina se espanta
descobrindo a vida.
O
imaginário traz beleza
oferece chão ao imanente
_ sentir transcende,
puro estar.
silêncio na alma.
Sol, acompanha luz interior!
em meu entorno,
pássaros voam em círculo e
a criança pequenina se espanta
descobrindo a vida.
oferece chão ao imanente
_ sentir transcende,
puro estar.
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Quente
vento
Verão...
verde fosco lá fora
na mata.
Gotas cantam
na chuva densa
bela cortina transparente!
Silêncio no hiato do som.
Quente
sem vento, a
xícara de café na
mesa redonda,
contemplação na espera!
Dentro
o vazio se faz
repleto do nada...
Verão sem vento, quentura.
O
cantar da chuva passa,
café gelado esfria
disfarça o quente, sem vento.
na mata.
Gotas cantam
na chuva densa
bela cortina transparente!
Silêncio no hiato do som.
xícara de café na
mesa redonda,
contemplação na espera!
repleto do nada...
Verão sem vento, quentura.
café gelado esfria
disfarça o quente, sem vento.
Tudo passa
Janela branca... o Flamboyant
florido, vermelho entre as folhas
sorri _ é chuva de verão.
O céu abre ao azul e as
aves voltam a passear em dança,
borboletas são asas coloridas
na liberdade.
Refúgio é meu lugar _ a janela
tudo passa em filme, existência
sem pedir licença atravessa os anos...
Repousa tranquilo coração
cansado e amante.
****
...é isto aí, façamos o possível para sermos felizes!
Tudo passa
Janela branca... o Flamboyant
florido, vermelho entre as folhas
sorri _ é chuva de verão.
O céu abre ao azul e as
aves voltam a passear em dança,
borboletas são asas coloridas
na liberdade.
Refúgio é meu lugar _ a janela
tudo passa em filme, existência
sem pedir licença atravessa os anos...
Repousa tranquilo coração
cansado e amante.
****
...é isto aí, façamos o possível para sermos felizes!
Janela branca... o Flamboyant
florido, vermelho entre as folhas
sorri _ é chuva de verão.
O céu abre ao azul e as
aves voltam a passear em dança,
borboletas são asas coloridas
na liberdade.
Refúgio é meu lugar _ a janela
tudo passa em filme, existência
sem pedir licença atravessa os anos...
Repousa tranquilo coração
cansado e amante.
****
...é isto aí, façamos o possível para sermos felizes!
Martha Pires Ferreira
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